Página do Partido Social Democrata de Odemira
Eleições legislativas 2019
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- Publicado em 26-08-2019

Caros companheiros e companheiras,
A pouco mais de um mês das eleições legislativas temos vindo a assistir, por parte do governo, a um redobrado frenesim na publicação de notícias, na apresentação de projetos de investimento, da celebração de grandes contratos de aquisição de equipamento, de aumentos de vencimentos em carreiras especiais, na publicação de promoções noutras carreiras especiais e mais recentemente a extraordinária declaração do Sr. Primeiro Ministro, em que, com ar mais constrangido do mundo, considera que o país tem uma dívida enorme para com o interior do país.
Para os mais atentos e habituados a estas tiradas, nada disto constituirá surpresa de maior…
Trata-se apenas de acentuar uma prática que desde sempre foi imagem de marca dos governos do Partido Socialista, agora potenciada pelos seus parceiros políticos e muletas governamentais.
Mas, estas práticas aparecem agora ainda mais refinadas e “jogadas” em vários tabuleiros, deixando bem patente o esforço a que se propuseram para conseguirem uma maioria absoluta de esquerda radical.
Sim…, porque o PS é hoje um partido radical, fortemente apostado em manter o poder a qualquer custo e sem olhar a meios para o conseguir. O PS quer transformar o partido em Estado, nem que para tal tenha que aumentar o peso do mesmo Estado até aos limites do impensável numa democracia moderna e europeia.
Os recentes ataques do Primeiro Ministro ao BE e anteriormente ao PCP, não passam de manobras de diversão em que é perito, e que têm como sempre, dupla finalidade: desviar o foco de questões que lhe são menos favoráveis (greves, SNS, ambulâncias/aviões KC-390, incompatibilidades dos ministros, etc, etc ); e proporcionar ainda um maior relaxamento nos eleitores de forma a manter, ou se possível aumentar, a taxa de abstenção das eleições ao PE de 26 de maio passado, que lhes garantiria a tão almejada maioria absoluta.
É por isso que, neste momento em que a democracia se encontra fortemente ameaçada - como jamais havia acontecido após o 25 de Novembro de 1974 - os militantes, os simpatizantes, os independentes ou os que de alguma forme se podem rever nos ideais da social-democracia, deverão assumir a responsabilidade e o compromisso de exercer conscientemente o seu dever de votar no dia 6 de outubro, de forma a evitar um descalabro nacional.
Nenhum dirigente, nenhum militante, nenhum simpatizante do PSD será hoje mais importante do que a opção de defender a manutenção de um estado democrático e a maior das riquezas do país - a liberdade absoluta e responsável dos cidadãos.
Pela primeira vez em 45 anos de democracia um partido apresenta, dois meses antes das eleições, o seu programa de governo, e também por isso e pela primeira vez, o PSD Odemira o pode partilhar aqui com os seus militantes e simpatizantes…
Por Portugal…
Pelo Alentejo…
Por Odemira…
Votemos PSD…
Arménio Simão
Vice-presidente do PSD Odemira